quarta-feira, 19 de julho de 2017

[Resenha] Ciclo Terramar #2: As Tumbas de Atuan

“[...] A liberdade é um fardo pesado e uma carga enorme e estranha para o espírito carregar. Não é fácil. Não é um presente dado, mas uma escolha que se faz, e a escolha pode ser difícil. A estrada sobe em direção à luz, mas o viajante sobrecarregado pode nunca chegar a seu fim.” (Página 143)


sexta-feira, 14 de julho de 2017

[TAG] Tag dos 50% {2017}


Chegamos à metade de 2017. Como andam as metas de vocês? Obviamente, estou atrasada e queria ter lido muita coisa que ainda não li, seja por ter passado outras coisas na frente ou por pura burrice...

Como todo bom meio de ano, chegou a hora de responder a Tag dos 50% (Mid-Year Book Tag)! São quinze perguntas sobre as minhas leituras até o momento.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

[Resenha] Scythe #1: O Ceifador

“A imortalidade não pode amenizar a loucura ou a fragilidade dos jovens. A inocência está fadada a uma morte absurda por nossas próprias mãos, uma vítima dos erros que nunca podemos corrigir. Assim enterramos o deslumbramento ingênuo com que um dia vivemos, substituindo-o por cicatrizes das quais nunca falamos, tão profundas que nenhuma tecnologia é capaz de curar.” (Página 380)


Um mundo onde ninguém mais pode morrer, nem mesmo que queira, já que as pessoas podem ser revividas – claro, pelo preço certo. Como controlar a super população em tempos de pós mortalidade, onde o que mais almejávamos se tornou nossa própria danação?

“Antes, o fim da vida humana ficava nas mãos da natureza. Mas nós a roubamos. Agora temos o monopólio da morte. Somos seu único fornecedor.” (Página 16)

segunda-feira, 19 de junho de 2017

[Resenha] Zona Morta

"Noventa e cinco por cento das pessoas que caminham pela terra são simplesmente inertes. Um por cento são santos, e um por cento são idiotas. Os outros três por cento são pessoas que fazem o que dizem que podem fazer."


Serei assassinado depois dessa, portanto, farei um texto rápido para poder aproveitar melhor a vida que me resta (às autoridades: procurem por fãs de Stephen King). 

quarta-feira, 14 de junho de 2017

[Resenha] Ciclo Terramar #1: O Feiticeiro de Terramar

“Somente no silêncio a palavra, somente nas trevas a luz, somente na morte a vida: o voo do falcão brilha no céu vazio.” (Página 11)


Palavras. Tudo o que é dito tem poder, isto se você sabe o nome real das coisas.

Ursula K. Le Guin, como diz no próprio posfácio deste livro. Escreveu um livro de fantasia para adolescentes, o famigerado YA. Só que ela não usou os moldes dos YAs da atualidade, ainda mais por ter escrito este livro em 1968, onde as referências em fantasia eram Tolkien e T.H. White (Já ouviram falar de Gandalf e Merlin?). Estas referências incluíam a segregação, principalmente racial e de gênero (alô meu povo, estamos em 2017 e ainda temos muito disso na literatura - estamos caminhando para o progresso!). Por isso, Ursula resolveu mandar todo mundo a merda, com muita classe, e escrever um livro com pessoas de outras etnias. Vale ressaltar que a época que este livro foi escrito, 1968, foi o auge do conflito por direitos civis nos Estados Unidos. Não podemos esquecer: Martin Luther King Jr. foi assassinado no mesmo ano. Ninguém é obrigado a tomar parte em movimentos sociais, mas esse tipo de contribuição é muito importante, ainda mais para um gênero literário que carece, até hoje, de algo tão presente para no mundo em que vivemos: diversidade.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

[Resenha] Mulheres Perigosas

“Durma agora... Minha... minha querida... Enxugue as lágrimas. A escuridão nos cerca, mas um dia... Iremos acordar.” (Página 303)


“Mulheres Perigosas” é uma coletânea de contos organizada por George R. R. Martin e Gardner Dozois. Este livro apresenta 21 contos dos mais renomados autores – e alguns que não ouvimos falar com tanta frequência assim – que abordam os mais diversos gêneros literários, o que da um tom refrescante a um livro com 736 páginas.

sábado, 3 de junho de 2017

[Resenha] Só os Animais Salvam

“[...] os humanos [...] parecem acreditar que o que os separa dos outros animais é sua habilidade de amar, sofrer, sentir culpa, pensar abstratamente et cetera. Estão enganados. O que os separa é seu talento para o masoquismo. É aí que reside seu poder. Ter prazer na dor, tirar forças na privação, isso é ser humano.” (Página 53)


Comecei a ler esse livro sem saber o que esperar. Achava que seria um DarkLove fofinho sobre o poder do amor dos animais e como eles são especiais na vida dos humanos. , sério... Quem poderia me culpar com uma capa dessas?